Fevereiro 09, 2010

nada...

Saber olhar e reconhecer um ser sensível, assim como eu, como alguém que é extremamente 'emuralhado', ou exatamente o oposto disso é uma tarefa difícil. Quem é mais fraco que quem? Nós porque choramos ou você porque se cala, abaixa sua cabeça para não ver ao seu redor? Encontrei hoje ele aos gritos, me fez chorar mais uma vez, por dentro, engolindo o choro ele me fez rir. Como pode ser tão incongruente em sua postura? Você é certamente a pessoa errada. Horas se passam e ao final da noite a saudade e o vício, pego meu telefone para saber sobre a vida dela, aos pouquinhos me injeto o veneno que matou algo que ainda não morreu. Então questiono sobre algo que também não sei se sinto e ouço o que obviamente não gostaria de ouvir. Ele passou dez anos assim e agora quer uma vida nova, com os meus conselhos. Gostaria de uma adaga para completar o serviço que eu mesma comecei? Minha reza da noite então acaba. É hora de dormir, com qual dos três irei sonhar? Com o presente, com o passado ou com o futuro? O que irei fazer daqui uma semana? Será que conseguirei ser forte? Amanhã eu saberei. Um abraço

Fevereiro 07, 2010

E se...

Talvez Fernando seja hora de partir, de verdade eu digo. Porque a mesma dor que me separou um dia de você é a dor que nos une todos os dias. A dor de vasculhar os arquivos da memória, de pular de cabeça num esgoto imundo que só me esgota. Fernando, seu nome é um nome maldito, inventado, por isso não pode ser escrito. Talvez seja abençoado. O fantasma da sua inexistência é o que mais me magoa. O fato de não ser mais o que poderia ter sido é o que está consumindo tudo. Não direi que é culpado pelo meu sofrimento, mas posso dizer que é responsável pelo seu próprio anulamento. Se prefere viver a prorrogar o tempo como se ele jamais fosse chegar, então eu lhe digo, boa sorte e tome uma atitude de homem de não me procurar mais. Não queremos ser amigos.
Para ele que não recebe esse nome.

Dois dias após a sacada

Encontrei algo. Algo que não mudou a minha vida mas que pode transformar definitivamente alguns conflitos que me permitam viver de forma moderada, sem estar dopada. Embora hoje ainda, alguns dias após os dois dias eu confesso que ainda não esteja bem.

O dia depois da sacada (parte II)

Ouvia vozes ao chegar ao trabalho. Então decidi que a hora de tomar uma atitude em relação à minha sanidade tinha chegado. Fui até ao hospital, qual costumo ir e fui atendida por um médico plantonista, não especializado, incapaz de resolver minha vida a não ser me colocar sedativos para controlar minha ansiedade. Rasguei 135 reais por horas de espera, um péssimo atendimento, mas isso é comum e a paciência é uma grande virtude.

Um dia depois da sacada

Às vezes é preciso chegar ao fundo do poço para saber que existe vida além do âmago da depressão. E às vezes é preciso visitá-lo uma vez ao dia. Sempre guardo comigo uma carta, de apenas duas linhas, que diz mais ou menos isso "Tentei entender tudo e à todos, mas não foi possível. Quem sabe de uma próxima vez." É uma carta escrita para o momento certo, que talvez nunca chegue, para o momento em que eu me depare com o peitoril da minha sacada. "Esperei por horas, por dias, por meses e anos para que fosse resgatada", mas o telefone não tocou. Então, mais uma vez eu estava lá pronta para voar quando percebi que minhas asas haviam sido cortadas, por um castigo divino. Recolhi meus restos, caminhei em direção ao quarto, deitei na cama em posição fetal. Nada mudou. O telefone tocou, eu achei que havia morrido ou transcendido e um sino estava anunciando a minha partida. Atendi. Matei e comi uma alma. Haviam nervos, sangue e me tornaram mais humana. Dormi e me regenerei. Pronta para mais um dia que não saberei como será. Afinal, isso ninguém sabe.

Escrito em 1° de fevereiro de 2010.

Tramando meu caminho

Hoje acordei aos gritos. Cãibras horríveis na minha panturrilha esquerda. Já se encerra o dia e minha perna ainda continua a doer. Meus desequilíbrio emocional sempre à pendura de um fio muito fino pronto pra estourar a qualquer minuto. Do fardo que carrego é praticamente todo imaginário e mesmo assim excessivamente pesado. Às vezes parece que é a pele do meu rosto que está sendo arrancada, puxada pelas laterais, com garras profundas e afiadas, como as minhas unhas. Me falam em fé, em Deus, em religião. Quem melhor que eu pra saber das minhas próprias crenças e quem pior que qualquer outra pessoa para querer julgar quão grande ou miserável possam elas ser? Acredito que ninguém. As pessoas me cansam facilmente, suas palavras me doem os ouvidos, sua companhia é agradável em particular quando podem me causar saudade ou despertar interesse. Algum interesse peculiar pelos seus olhos, pela sua sabedoria, pelas suas palavras, embora o restante só me carregue mais ainda o fardo de continuar viva. Agora pouco ele me perguntou, aos gritos como sempre, por que eu me importo tanto com os outros e não importo tanto assim comigo? Porque é assim que eu sei ser, sou egoísta demais para abandonar minhas crenças que me fazem altruísta ou qualquer que seja a palavra que defina isso e mesmo assim a dualidade entre suportar o fardo e não suportá-lo me persegue a vida inteira. Seria como um cachorro que põe sua cabeça a correr atrás do próprio rabo. Só me pergunto de que adiantam mil rezas se uma atitude é completa leviana à ponto de colocar todo um discurso água abaixo? É preferível rezar baixinho, amar à todos da forma que se consegue, melhor que viver a vida para lamber o dinheiro e dizer que passou os anos amando a si mesmo. 'Eu vim ao mundo para amar e não para ser amado'. Muitas vezes fui abandonada e sei que muitas vezes ainda serei. O amor nos faz sofrer, mas o sofrimento é uma ponte sólida para o crescimento. E se há amor verdadeiro há de haver o perdão. Por isso irei perdoar quantas vezes me for possível, e irei entender quantas vezes me for compreensível e irei caminhar com todo esse fardo até que o corpo aguente. E não aguentando mais, poderei me perguntar, sou digna de carregar essa cruz? Sou digna de algo por não ter fé? Não sou digna de nada então? Infelizmente ser ou não ser é uma questão que não lhe diz respeito. Espero que amanhã meus ombros estejam mais leves e as pessoas mais felizes.

Janeiro 31, 2010

Algumas pessoas não dispõe de tempo para perecer. O fecundo de suas almas mesmo e porém não sendo triste, também não é feliz. Alerta-te, pois o sol brilha, tenta lembrar-te da missão de que um dia foi incumbido.

Janeiro 29, 2010

O que dizer

O que dizer sobre uma sexta-feira a noite, chuvosa e levemente gelada? Solitária, com fome e indignada, apenas o de praxe. Homens me irritam tanto quanto pimenta nos olhos, pessoas irritadas no trabalho me sugam as energias, amigos sem tempo para fazer caridade no fundo me fazem ficar menos pobre. E assim eu vou dormir. Pois, olha, amanhã meu dia será atípico, quando eu coloco uma coisa na minha cabeça e retiro do coração pode saber que é pra sempre. Agora meu sempre não sei quanto tempo dura. Boa! HAHA Boa noite.

Sem flash, para não machucar os olhos.

Eis que um dia eu estava sentada em minha cadeira e tornava meu rosto para trás de relance, uma piscada de olhos e virava pra frente novamente. Como as lentes de uma câmera, em um décimo de segundos eu flagrei um rosto. Em fato eram dois, parecidos, havia alguma semelhança genética. Devido a minha principal qualidade, ser distraída, não havia percebido distinção entre os dois seres. Mas naquele momento eu percebi que existia. Quando voltava o rosto para frente um vento passou ao meu lado, e meu corpo todo ficou gelado, mas a minha face ficou cada vez mais quente e provavelmente vermelha. Então eu abaixei minha cabeça e continuei a fazer o que sempre fazia. Eu me envergonhei obviamente pelo fato de talvez em um mês inteiro pensar que duas pessoas fossem a mesma, talvez fazia mais tempo, talvez não. Elas não eram a mesma pessoa e eram bem diferentes entre si. Como parasita de vidas alheias, digo isso por observar a vida dos outros de longe, eu passei então a seguir seus passos, como podia, não existia maneira de me aprofundar muito, pois cinco minutos por dia era tudo o que eu tinha para fazer. Até que um dia nos sentamos de frente, um para o outro. Não sei o que acontece comigo, porque nessas horas ou eu me calo por completo ou não consigo falar nada que faça muito sentido. Não consigo imaginar qual a real visão que as pessoas possuem de mim. Sei a de muitas que passam por aqui e lêem o que eu escrevo. Embora eu não saiba e pouco duvide que isso seja apenas eu, há tanto de mim aqui, embora haja muito mais dos outros. Viver trancada em sua própria mente é um verdadeiro assombro. Guardar seus segredos, sua vida, saber diferenciar quem você deve ser dependendo de onde está é algo difícil. Saber também falar quando precisa e saber dizer o necessário é uma dádiva, que não sei se faz parte de mim. Talvez eu fale demais quando não precise e pra quem não merece e talvez eu fale de menos quando deveria falar mais. Enfim, assim passaram-se muitos outros dias, eu fui observando, vivendo entre os dois mundos, e até agora eu não sei se devo fazer. Mas faço. E me pergunto, seria isso um grande erro? Talvez. Alguns dias eu penso que estou no lugar certo, no momento certo e às vezes, quando iluminada, falo o que as pessoas precisam ouvir. Não me considero um milagre, porque eu vejo tudo de dentro de corpos diferentes, eu habito as pessoas, e as uso, mas me considero alguém que está, mesmo sendo sempre tudo, uma pessoa completamente perdida. Não acredito em destino, eu sei que o meu coração é meu guia. Então só por hoje, fecharei os meus olhos e tocarei seu rosto, fecharei os seus olhos e rastrearei todos os seus sentimentos. Hoje você será inteiramente meu. Por favor, não sofra mais.

Janeiro 28, 2010

escureceu

Escureceu então me posicionei entre as frestas da persiana pra observar por mais uma noite o que ela fazia de tão especial, intrigante e quem sabe me renderia algumas horas de parasitismo. Lá está ela, sentada novamente, desta vez no sofá, por cima das pernas, com os joelhos de face para a televisão, eu via alguma expressão em seu rosto, uma pequena lágrima escorria pelo seu rosto. Que sorte a minha poder ver ela de frente, é como se a encarasse, como um espelho. E o meu telefone tocou. Não acontecerão mais desgraças, pelo menos por hora, ela já não estava mais lá quando voltei e agora minhas atividades noturnas me chamam. Boa noite.

as podas da alma

Chovia muito quando eu voltava para casa, e algo tão profundo que eu sentia começou a eclodir em lágrimas sem um significado plausível. Isso é algo tão natural para quem vivenciou quase todos os sentimentos durante um dia, embora o desespero ainda não tivesse vindo à tona, por ainda não ser hora. Algo me fez parar o carro e comprar cigarros no posto de gasolina. Saí com o rosto todo borrado e pensava, hoje se meu telefone não tocar, eu sairei gritando pela rua feito um louco, depois rasgarei dinheiro, entrarei no primeiro bar e amanhecerei morto e serei enterrado como indigente. Mas nada disso aconteceu. Os sentimentos foram sumindo e o ciclo não pôde ser completado. Passei horas desde então tentando entender o que poderia ter acontecido comigo, qual é o significado das vozes que eu ouço? Não sou um doido, muito menos um esquizofrênico, eu realmente ouço vozes. Considero elas abençoadas, considero elas amaldiçoadas. Já não existe motivação para completar nada, nem mesmo para começar, tudo fica salvo em rascunhos e mesmo que minha vida fosse uma total desgraça, gostaria que ela fosse completa. Nenhuma pessoa merece viver de rascunhos. Não sei por onde começar, se devo recomeçar de onde parei, mas realmente não me lembro da última vez que eu tive inspiração ou uma boa idéia. Só sei viver de sentimentos, de paixões, de amores, de fazer caridade, de dar conselhos, do irreal, do fantástico e do absurdo. A vida é cômica, a minha vida é engraçada. Eu considero-me um ser extremamente deslocado e por inúmeras vezes eu me perguntarei quando isso irá passar? A mudança, alguns irão dizer, terá que vir de você, então eu responderei, eu já sei disso, eu mudo a cada segundo que passa, o problema é saber onde acertar, talvez seja a minha obrigação viver sem saber o sentido de nada.

BOOM

Eu tinha certeza que tudo que eu carregava até chegar em casa daria uma ótima história, mas como sempre uma bomba explodiu, e a catástrofe foi tão grande que eu perdi a coordenação dos dedos da mão. Quando a mente acelera de uma forma incontrolável é impossível concluir muitas frases. Frases boas.

Janeiro 26, 2010

Platônico, anônimo ou irônico?

Alguns acham ridículo viver de amor platônico eu acho ridículo viver de amor anônimo. Aliás, ser anônimo pra mim é a coisa mais débil que existe, ainda mais quando passa a prejudicar outros seres envolvidos, ou melhor não envolvidos. Um pouco revoltada eu vou jantar.

Janeiro 23, 2010

Observando um vizinho

São vinte horas e trinta e um minutos de um sábado bem comum. O tédio assola a casa de uma pessoa. Eu pensei que poderia ajuda-la contra isso mas a noite está tão escura e eu não consigo ver nada muito além da minha sacada. A sala dela está iluminada a luz de velas. E ela está sentada no computador, talvez escrevendo, talvez chorando, talvez conversando, talvez esteja apenas parada porque congelou no tempo. Queria poder ver suas feições. O lenço envolta do pescoço parece sufoca-la, embora eu apenas consiga ver seu perfil. Penso que sinta-se fraca em demasia por não ter amigos, por se alimentar mal, ou por apenas estar só demais. Quando é que alguém se sente bem apenas com a própria presença? Seria uma maravilha quando isso acontecesse. Não precisássemos de mais nada, apenas da nossa rotina, do ar, de água, e algumas roupas... Não posso escrever mais porque ela percebeu que está sendo observada.

Janeiro 19, 2010

Nervoso (Emotivo N/Ativo Primário)

Como se nada tivesse para fazer fiz um teste grafológico:

"Sobre o Símbolo: a parte maior do Tao, o Yin - feminino - exercendo seu poder principalmente pela emoção, que está em sua casa - prevalece sobre o masculino Yang que se encontra fora da sua regência, (o lado direito é Yin). Emoção forte e Energia, nem sempre disponíveis produzem movimento incessante de baixa intensidade, que podem gerar stress, impaciência e irritação.

Sobre o tipo Nervoso: De humor variável, querem chocar os outros e atrair sobre si a atenção alheia. Indiferentes à objetividade, precisam embelezar a realidade e para isso vão da mentira à ficção poética. Têm pronunciada tendência ao bizarro, pelo horrível, pelo macabro e, de modo geral, pelo "negativo". Trabalham irregularmente e somente no que lhes agrada. Dependem de excitantes para saírem da inatividade e do tédio. Inconstantes nas afeições,são logo seduzidos e logo consolados.
Valor dominante: o divertimento.

Aqui, trata-se de um tipo que corresponde à combinação emotividade (portanto indivíduo muito excitável), não-atividade (pouco propenso ao consumo orgânico) e primariedade (de reação rápida ou "reagente").
O que impressiona à primeira vista no nervoso é a intensidade e a sucessão rápida de suas emoções. Ele passa sem intervalo da euforia à depressão, do entusiasmo ao abatimento, da alegria à dor. Suas opiniões têm a mesma inconstância e inclina-se prazerosamente para os extremos mais contraditórios. Disso resulta uma personagem multifacetada, ao mesmo tempo desconcertante e encantadora, irritante e agradável.

Suas relações interpessoais são numerosas e agitadas. Se tem muitos colegas temporários, poucos os amigos verdadeiros. O reconhecimento e a fidelidade são nele raros, e a "inconstância afetiva" está sempre espreitando-o em suas ligações, da mesma forma que a "inconstância profissional" o espreita em sua carreira (ou carreiras!).
As emoções lhe são tão indispensáveis, quanto o pão e a água. Quando não as encontra em sua pessoa, ou no meio em que vive, corre a procurá-las no exterior. Aprecia particularmente as impressões inéditas e os excitantes de todas as espécies: filmes de terror, romances policiais, amores excêntricos, perversões sexuais, fumo, álcool, entorpecentes. Sente uma atração muito viva pelo que é raro, excepcional, excitante, inclusive pelo mórbido e pelo macabro. Gosta de forçar o tom em tudo: vocabulário metafórico e superabundante, excentricidades no vestir, ideologias chocantes, culto do paradoxo, atitudes teatrais, inconformismo mais ou menos agressivo.

O nervoso é sacudido por sentimentos tumultuosos, ou que assim se lhe afiguram em sua atitude narcísica. Por isso os poetas exaltados e os escritores iluminados se recrutam com freqüência nesse arquétipo. Até mesmo sua solidão é agitada, à semelhança de seu estado febril de todos os dias. O nervoso raramente guarda consigo as impressões que tem. Sua transparência é total, e ele, por vezes, recai no exibicionismo. Está constantemente desempenhando papéis, e às vezes parece estar vivendo em um mundo que imaginou para si mesmo, à margem das monótonas realidades da vida comum.
Uma tal prodigalidade de energia nervosa não deixa de causar fadiga. E como as reservas orgânicas são limitadas, o nervoso não é pessoa nem de trabalhos que exijam força e nem mesmo para os esforços prolongados.

A Harmonia predomina nas 3 áreas de sua personalidade. (Mente, Corpo e Espirito) Os ideais, as aspirações e a intelectualidade (A parte superior da letra), encontram se em equilíbrio com a expressão dos sentimentos, o bom senso, a atuação no dia a dia (A parte mediana) e com o aspecto físico, sexual, instintivo do seu ser, a parte "terra" da nossa existência. O balanceamento mostra que as potencialidades estão disponíveis e que o caminho pela estrada da vida será produtivo e apropriado, levando em conta a característica básica que é o tipo psicológico acima descrito. Todos os centros energéticos (chacras) estão abertos e equilibrados.

Sua personalidade é muito forte e predomina com facilidade sobre as demais. Sabe obter com facilidade o consenso dos outros às suas idéias e opiniões. Sua facilidade de impor seu poder é muito grande e natural, podendo se tornar indiferente aos conceito negativos que se façam a seu respeito. Gosta do confronto, da ação, do movimento e da contestação, da disputa. Nunca foge à luta e predomina também a impulsividade e o combate.

Normalmente V. tem independência de espirito. Sabe ficar centrado e embasado nos próprios conceitos e opiniões. Mostra firmeza, estabilidade, indiferença, autocontrole, força de vontade, frieza, reserva, rigidez, individualidade e prudência. Sabe viver aproveitando o momento presente."

http://somostodosum.ig.com.br

Janeiro 17, 2010

Não

Não me adapto as regras injustas, unilateralistas que só beneficiam os mais fortes ou que seja os mais fracos. Não gosto da forma como muita gente pensa estar certo sem ter embasamento científico, teórico ou empírico. Somos como papagaios prontos a repetir sem assimilar ou ao menos dissimular. Não gosto da maneira nojenta como poucos se sentem no direito de ser muito sem ao menos nada ser. Não gosto que as pessoas se reduzam à nada, somente pelo fato de ter pouco, quando muito poderiam ter. Não concordo com a submissão, mas acredito que a lealdade, e muitas vezes passos devem ser seguidos para que se possa estar em equilíbrio. Etapas parecem muitas vezes ser estúpidas, mas do pouco que vivi concordo que elas são essenciais para a nossa vida. Vida essa que mesmo diante de tanta opressão e negativismo eu acredito que pouco a pouco, mesmo se fazendo o mínimo pode ser mudada. O sistema é forte, porem contem falhas. Eu compreendo que o sistema é uma grande falha com algumas brechas em que alguns seres podem encaixar suas grandes idéias. As idéias podem transformar um mundo. Eu estou certa disso. Nem que seja para pior.

Janeiro 12, 2010

Why don't you know?

Why don't you know?
Did a make a bad decision?
About my life, about myself.
When I got these problems?
Who is going to resolve them?
I don't remember about yesterday
I don't remember about us, about me, about you
Why did you lie to me?
Why did I a make a bad decision?
Which decision? Which decision?
Is it my fault if I a have a bad memory?
Is it my fault if you are so selfish?
I won't believe you are the guy...
The most stupid thing I had gone in.
Why don't you... look in my eyes?
Why don't you... camon, go away.
Camon, don't say good bye.
I just forgot I have a bad memory.
So if do I you so do.
I should go away before you break my heart.
But before, I need to say, today you were looking so...
I'm sorry I just remember I have a bad memory.
So... good bye.

O que poderia ter sido

Às vezes a gente por medo de tomar uma decisão que faça nos perder algo preferimos ficar do jeito que estamos, mesmo que ruim, sofrendo por não ter feito ou então feliz por ter feito a coisa certa. Não tem como saber. É como agora, eu não quis incomodar ninguém, com o meu maldito problema de não ter uma máquina de lavar roupas e agora minhas roupas estão fedendo e molhadas e esse é o pior cheiro que eu já senti na minha vida, nojento. Mesmo que não tenha nada a ver, continuando com minhas divagações, como diria Camila, mesmo que incongruente a repentina mudança de assunto, eu vendo as minhas fotos da Austrália me peguei pensando que talvez, não tivesse vindo atrás de uma coisa completamente essencial, terminar minha faculdade, e tivesse continuado lá, com minha vida medíocre, mas independente, quase enlouquecendo, mas pintando mais que aqui e com certeza trabalhando bem menos eu teria dinheiro e tempo. Com dinheiro e tempo eu teria ido à vários lugares Tailândia, ao Japão, à Nova Zelândia, Dubai, quem sabe eu teria ido até a China. Mas enfim, eu voltei, para satisfazer a vontade dos outros, e talvez no fundo a minha vontade. A minha casa é um cárcere privado, assim como a minha mente, viajar nunca me livrou disso, embora fosse essencial pra libertar por alguns segundos. Um ano se passou, e eu ainda continuo parada, correndo atrás de algo que eu realmente não quero.